sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Cuidado com as Mensagens Instantâneas


Em uma era quando o WhatsApp impera, precisamos ter muito cuidado com a pobreza da comunicação escrita. Não podemos nos esquecer que as palavras representam somente 7% da comunicação e que isso significa que quando as escrevemos sem nenhum complemento, corremos o risco de sermos muito mal interpretados. Cuidado com as mensagens instantâneas!

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Falha de Comunicação


Comunicação não é apenas aquilo que você fala, mas principalmente aquilo que você consegue transmitir. Essa regrinha básica faz toda a diferença e, neste vídeo, citamos o atendimento comercial ao telefone como exemplo. Assista...

#comunicação, #atendimento, #recepção, 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Você é um especialista no seu negócio?


É muito comum as pessoas pensarem que, para poderem ter uma empresa, precisam ser especialistas técnicos naquilo. Mas as empresas tem, no mínimo 3 áreas. Você pode ser especialista em uma delas, desde que esteja bem assessorado nas outras.

#habilidades #vendas #operacional

domingo, 23 de outubro de 2016

A experiência que te atrapalha


Uma das grandes diferenças entre o mercado de trabalho atual e aquele que a geração passada conheceu está na valorização da experiência. Antes, as empresas faziam questão de contratar pessoas pela experiência que tinham naquela função e hoje, ao contrário de antes, observa-se muito o perfil. E os motivos são muitos, tanto que vou convidar você, leitor, a viajar um pouquinho comigo pelo tempo e observar os cenários de cada época.

O Brasil dos anos 70 e 80 era muito fechado ao resto do mundo. Vivíamos com uma “Reserva de Mercado”, quando era proibido importar qualquer produto que tivesse um similar sendo fabricado no país. Isso, além de desestimular a qualidade daquilo que produzíamos, ainda gerava um certo comodismo daqueles que trabalhavam nas poucas indústrias nacionais, pois eram detentores de técnicas que pouco mudavam e quase nunca se tornavam obsoletas. As pessoas ficavam 30 anos numa mesma empresa, no mesmo emprego e alternando muito pouco de função. O cidadão se tornava especialista numa só área e se acontecesse de se desligar, teria foco certo em se empregar na mesma atividade em alguma das concorrentes, pois era isso que “tinha na carteira”. A experiência, para quem contratava, significava uma enorme economia de tempo e forças, uma vez que a adaptação do novo funcionário seria muito mais simples, dependendo apenas de alguns detalhes do ponto de vista pessoal, uma vez que a função já lhe era dominada.

Depois da abertura das fronteiras nos anos 90, com a chegada das multi-nacionais, com a concorrência no mercado de trabalho trazida por elas, a estabilidade financeira trazida pelo plano Real, acesso das pessoas as universidades e o crescimento do emprego nos primeiros anos desta década atual, as empresas mudaram bastante o seu comportamento e deixaram de dar a vaga disponível a um candidato simplesmente porque ele tem um carimbo na carteira que comprova sua experiência. A partir daí, outros fatores passaram a contar, como o comportamento, o curriculum acadêmico e a capacidade de se comunicar com o mundo. A fluência em outros idiomas se tornou determinante, já que com a tecnologia é mais fácil ensinar um novo trabalho a alguém do que esperar que ele faça um curso de inglês, correndo o risco ainda do tal curso não dar certo.

Mas de alguns anos para cá, um novo ponto tem sido observado, que é o da experiência negativa. Algumas pessoas que passaram por empresas ou carreiras decadentes, ou ainda que tiveram uma fase prolongada de fracassos contínuos tem tido dificuldades de se levantar. Os recrutadores tem se importado em observar a auto-estima dos seus candidatos e também o quanto eles podem estar desacreditados em uma determinada coisa simplesmente porque tiveram experiências ruins com aquilo. É como se um jogador de voleibol veterano (independente de sua condição física) não pulasse mais em busca de uma bola por não acreditar que seria possível defendê-la, enquanto o mais jovem, por mais que possa errar na técnica da recepção, estaria com fome de jogo, se lançando até nas bolas perdidas.

De uma maneira geral, isso acontece também com profissionais de vendas experientes, que deixam de trabalhar a prospecção porque se tornam negativos, pensam na crise, na resistência do mercado às suas técnicas de abordagem já “manjadas” e, com isso, acabam por se tornarem o “Herói Cansado”  do livro do Julio Ribeiro, ou mesmo aquela hiena pessimista dos desenhos de Hanna & Barbera. Em contra-partida, o jovem vendedor que entra na sua equipe com fome de bola, até diante de sua inexperiência, “põe a mão em qualquer bicho de jardim”, se atira nas oportunidades de encontrar novos clientes e, entre perdas e ganhos, acaba o mês com resultados mais expressivos do que o “velho sabidão”.

Se acima eu apontei uma doença corporativa causada pela experiência, abaixo quero oferecer o antídoto, que é puramente comportamental:

Jamais se renda a mesmice. Um mercado dinâmico e concorrido como o atual não dá espaço a quem quer sombra e água fresca. Seja jovem independente de sua idade… abandone o seu lado conservador, dê graças às novidades que surgem, jamais rechace uma nova tecnologia e nunca (nunca mesmo) demore para usar uma ferramenta mais moderna que lhe seja oferecida. Se você pensa que pode já ter caído neste erro, a boa notícia é que ainda dá tempo de mudar sua postura… Não se recuse a gostar do moderno, no mercado atual não existe o “prefiro do jeito antigo”… o seu concorrente não vai preferir e o seu cliente também não. Acorde neste minuto, pois se ele passar pode ser que você passe junto. Jogue fora a experiência que te desencoraja e use a boa, que serve pra te tornar o exemplo e motivar os mais jovens a fazerem o novo, como você.

Texto originalmente publicado em 21/10/2016 em LITERARE BOOKS

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Basta uma palavra


Neste video, Aguinaldo cita uma palestra da qual participou, cujo palestrante (Carlos Alberto Parreira) usou uma frase de efeito. Esta frase ficou marcada e o motiva até hoje.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Amigos


Será que os amigos valem a pena? Devo restringir a minha vida aos "amigos de verdade"? Ou devo ser um "open networking"? Assistam a esta reflexão...

terça-feira, 18 de outubro de 2016

domingo, 16 de outubro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

Você só precisa de 60 Segundos


A abordagem de elevador é o tema de hoje do nosso Café. Perceba que você pode chamar atenção das pessoas para o seu negócio deixando sempre um pouco mais de curiosidade no ar.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Aquele que não faz o que tem que ser feito


Aguinaldo fala sobre aquele que não faz o que precisa ser feito e conta com o corporativismo dos colegas que o protegem simplesmente por não quererem ser "dedo-duros". Argumenta com uma frase de Victor Hugo, que define exatamente o que acontece quando um prejudica todos os outros numa organização.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

O Video-Game Corporativo


Transforme suas metas em uma brincadeira, divertida e com resultados positivos. Transforme seu ambiente de trabalho em um local gostoso de ficar e crie uma "fissura" por atingir resultados sem prejudicar seu lado emocional. Se você gosta de jogar video-game, faça o que gosta sem deixar de fazer o que precisa ser feito.

domingo, 9 de outubro de 2016

Você trabalha pra quem?


Em nosso cotidiano é muito comum dizermos que um funcionário trabalha para seu patrão. Neste vídeo, Aguinaldo discute o sentido das palavras e sugere para quem, exatamente, trabalhamos.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Perfis dentro da Empresa


Avaliar as pessoas pelas suas características e colocá-las em atividades adequadas é uma das qualidades de um bom gestor. Obviamente que o seu departamento de RH pode te ajudar nisso, mas o mais importante é entender que nem sempre aquele que não está rendendo é incompetente... ele pode apeas estar no lugar errado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Os 3 "F"


A forma mais sensata de identificar a origem do mau trabalho. Procure nos 3 "F" e encontrará o que precisa ser trabalhado com seus profissionais.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Não seja o "menos pior"!


Aprendendo que torcer contra o outro, ainda que desse certo, te deixaria menos pior que alguém, mas muito pior do que muita gente. Liberte-se disso...

terça-feira, 26 de julho de 2016

Mexa-se para não ficar ultrapassado


A inovação é muito importante no mundo de hoje. Aquilo que deu certo um dia, não necessariamente dará certo sempre. Atualize-se e tome cuidado para não inverter as necessidades. Dê o play, assista e, se gostar, comente e compartilhe!

Vendendo o Almoço para comprar a Janta


Expondo a origem dessa expressão tanto usada por aí. Significa a condição de não poder errar para não se complicar de vez... Dê o play, assista e, se gostar, comente e compartilhe!

Empreendedorismo e Auto Ajuda são sempre bem vindos...


Uma crítica ao comentário de Leandro Karnal, quando ele diz que o empreendedorismo é apenas uma mania. Dê o play, assista e, se gostar, comente e compartilhe!

Era da Necessidade X Era do Sonho


As diferenças de comportamento entre o novo e o velho homem comercial. Entenda o que mudou na abordagem ao público. Dê o play, assista e, se gostar, comente e compartilhe!

Mudando sua Cultura de Infância


Como buscar aquilo que não veio de sua infância... Neste video, refletimos a respeito da mudança de cultura familiar. Curta, comente e compartilhe!

A briga entre Nós e Eles


Quando descobrirmos que dentro de um mesmo time não há "Eles", mas que somos todos "Nós", as empresas funcionarão melhor e os resultados serão bons para todos. Dê o play, assista e, se gostar, comente e compartilhe!

Eduacação


Uma reflexão sobre a necessária mudança de cultura para o nosso povo. Tudo vem através de uma boa educação!

Lamentando pelo caminho que não seguiu


Ah, se eu tivesse feito isso! Ah, se eu não tivesse feito aquilo!!! Essas lamentações são faladas com a certeza de que o outro caminho seria melhor, mesmo sem tê-los seguido... ou seja, pura suposição.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Conflito de Gerações


Como convivem as pessoas influenciadas pelas várias e diferentes gerações. Observem um pouco. Se curtirem, curtam, comentem e compartilhem.

Surpreendentemente inteligente


O dia em que a atendente pensou no futuro. Isso é simbolo de maturidade...

Fazer o que gosto ou gostar do que faço?


Que profissão devo seguir? O romantismo de escolher com o coração irá me sustentar?

Frases comuns ditas por pessoas inconsequentes


Este tema foi trazido a este blog em 2008, com um texto no mesmo título. Afinal, para alguns, quanto mais retardado melhor...

A importância de prospectar


A principal pergunta neste video é "do que adianta você ter argumentos maravilhosos se não consegue colocar ninguém na sua frente?". Se gostar, curta, comente, compartilhe!

Atendimento Perfeito


Este video, que gravei em Abril no Hotel DPNY, fala sobre o atendimento treinado, onde os profissionais entendem a importância de fazerem um bom trabalho. Assista, curta e compartilhe!

quarta-feira, 30 de março de 2016

Em tempos de crise entre os "Millennials", comporte-se como um "BabyBoomer".


Os "Baby Boomers" são aqueles indivíduos nascidos nas décadas de 40 e 50, até meados da década de 60. Depois deles, vieram as Gerações "X" e "Y", esta última com uma parte dela mais conhecida como "millennials", ou seja, pessoas com comportamentos típicos do novo milênio. A diferença comprovada entre estas 4 gerações está em, além de outros fatores, seu comportamento diante das crises.

Em especial, os millennials, não tem experiência em lidar com elas. São pessoas jovens, com menos de 30 anos de idade e não tem lembrança dos momentos de instabilidade que o Brasil viveu. Eles começaram a ter entendimento de economia, mercado de trabalho e política há 10 (ou no máximo 15) anos e, de lá pra cá, o nosso país vivia um momento de tranquilidade muito bom, o que fez com que os jovens não criassem anticorpos para se protegerem destes perigos. Em alguns momentos foi chamada pelos mais velhos de "Geração Shopping Center" ou "Geração Micro Ondas", especialmente pela forma imediata que podiam resolver seus conflitos... tudo estava ao alcance das mãos e em pouco tempo. 

Ao mesmo tempo que essas pessoas são extremamente competentes em suas tarefas, uma vez que dominam tecnologia, elas tem dificuldade de comandar seus sentimentos e suas reações psicológicas. Se irritam com a demora dos resultados e se desesperam quando percebem que suas empresas já não lhes dão mais a mesma segurança de antes. Agora, em consequência da crise, não enxergam mais facilidade de trocarem de trabalho como faziam até pouco tempo. Aliás, essa característica de "trocar" era justamente o motivo das críticas que eles sofreram durante anos, que segundo alguns, era uma geração que não tinha desenvolvido anticorpos suficientes para terem resistência aos confrontos e que teriam dificuldades para saberem o que fazer em momentos de recessão.

Os Baby Boomers, assim como os integrantes da Geração X, viveram num momento de mais escassez. Naqueles anos (que se estenderam desde a década de 60 até o final do século XX) as pessoas precisavam preservar o que tinham. O comportamento padrão era de economizar, aproveitar e preservar tudo... desde as ferramentas quanto os materiais. As pessoas consumiam menos à toa e mantinham poupanças. Faziam questão de serem mais simpáticas e de descobrirem soluções caseiras para os problemas que surgiam de forma coletiva. Essa geração tinha por característica vestir mesmo a camisa da empresa em que estavam, como se delas fosse, afinal era muito comum um funcionário trabalhar por toda uma vida numa mesma corporação. Até por isso criava-se características e sentimentos específicos em relação ao local onde ganhava seu sustento.

Então, em momento de crise, onde muitos millennials estão desesperados por sentirem pela primeira vez a instabilidade da economia, você (mesmo com menos de 30 anos) tem a oportunidade de ser diferente. Pode ter toda a habilidade de um jovem de hoje, porém com comportamentos interessantes e resilientes como os da Geração "X", que em vez de ficar com  pensamentos depressivos, optava por agir... ou como dos Baby Boomers, que não se rendiam diante de tremores, até porque estavam acostumados com eles. O tempo que você perde com a insegurança e com o desespero que tem te assolado, procure fazer o que ninguém de sua geração tem feito, mas que os mais velhos fariam se estivessem na ativa, que é conversar com mais pessoas, liderar uma revira-volta emocional na empresa e no mercado, agitar para que você e os outros produzam mais, sempre com o sentimento de agradecimento a Deus pela oportunidade que está lhe dando de aprender e sempre despertando a certeza de que, se alguém pode mudar o rumo das coisas, este alguém é você.

Em vez de contagiar os outros pelo medo e pela insegurança, faça o contrário: prove aos inseguros que dá certo. Para isso, inspire-se em seus pais e avós, que em tempos de Crise simplesmente decidiam trabalhar mais e de forma mais inteligente. Na dúvida, "troque idéias" com um profissional mais veterano, isso vai te fazer bem. Enfim, em tempos de crise entre os millennials, aconselho que se comporte como um Baby Boomer.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O que há de prático na Motivação e Auto Ajuda?


Tudo que é novo, assusta. Mas além de assustar, intriga. E foi isso que aconteceu lá no início dos anos de 1990, com a chegada ao Brasil de algumas práticas empresariais que prometiam revolucionar todo o comportamento dentro do ambiente de trabalho das pessoas. Era a fase da Auto Ajuda, que chegava estimulada pela descoberta do mercado brasileiro. Antes de seguirmos, vamos entender o que é isso:

A descoberta do mercado brasileiro pelas grandes empresas multinacionais se deu durante o governo do Presidente Fernando Collor de Melo. Antes disso, somente poderia ser importado pelo Brasil os produtos sem similar nacional, ou seja, tudo que era fabricado dentro de nosso país tinha uma preferência chamada "reserva de mercado". Collor, em suas declarações polêmicas, dizia que os produtos brasileiros eram altamente ultrapassados, que os carros nacionais não passavam de carroças e que a liberação para a importação faria a industria nacional sair da zona de conforto e se modernizar. Então, através de uma ação de seu governo, ele "abriu as fronteiras" e o brasileiro ganhou gosto pela novidade, passando a consumir tudo que vinha do exterior. Com isso, o mundo descobriu o Brasil, no sentido de perceber que aqui havia um enorme mercado consumidor.

Foi com isso que muitas empresas nacionais buscaram alternativas para serem competitivas. Uma destas alternativas vinha de cursos para seus funcionários, reengenharia, certificações e outras coisas mais que estabeleciam padrões mais elevados de qualidade. Além disso, com o tempo, as multinacionais começaram a abrir fábricas aqui e a exigirem novos padrões comportamentais de seus colaboradores brasileiros. Uma empresa em específico, a americana Amway, trouxe o marketing multinível (hoje muito conhecido pelos profissionais e clientes da Herbalife), movido por palestras motivacionais, livros que estimulavam a ambição e o poder através do pensamento positivo e da mudança de comportamento. Surgiram autores como Lair Ribeiro e Roberto Shinyashiki, que venderam verdadeiros "caminhões" de livros... Foi uma febre na época.

Hoje, mais de vinte anos depois, a fase da motivação e auto ajuda já se aquietou e, como tudo que faz sucesso, também cria seus críticos. Com isso, de um tempo pra cá o termo "auto ajuda" vem sendo classificado como uma espécie de charlatanismo e muitos psicólogos abominam a palavra, até num grau de superioridade, como se dissessem: "o que eu faço é muito mais do que isso...". E eu não discuto que seja mesmo, mas quero buscar uma reflexão: que mal há em aumentar a auto estima de uma pessoa? Entendo o que os críticos chamam de "mundo real", mas ainda acho mais fácil alguém permanecer firme em seu trabalho quando está motivado e com sonhos em comparação com o outro que se diz "encarando a realidade". Enfim, todo pessimista se classifica como "realista" e eu nunca vi isso trazer sucesso a ninguém.

Na última semana circulou pela internet um texto falando sobre "o empreendedorismo de palco" e a maneira como isso iria destruir você. Eu li várias vezes e apenas encontrei duas possibilidades que fundamentassem aquela obra: tomar base naqueles que se frustraram no desejo de vencer, numa espécie de desabafo ou ser oriundo de um concorrente interessado em desqualificar tal filosofia de trabalho. Neste artigo citado, um trecho que me chamava a atenção dizia, como se somente pudéssemos escolher entre um ou outro, que "Se antigamente os livros enormes e com suas setecentas páginas cuspiam fórmulas, equações e cálculos que te ensinavam a lidar com o fluxo de caixa da sua empresa, hoje eles dizem: você irá chegar lá, acredite, você irá vencer!”. Então, meus caros leitores, quero usar apenas um ou dois parágrafos para desmistificar essa afirmação.

O pensamento gera sentimento, que gera comportamento, que produz resultados. Se alguém quer mudar o resultado de sua vida, que comece mudando o pensamento. Se este alguém pensar positivo, terá energia para continuar e se pensar negativo, certamente irá desistir dos sonhos que tem, acreditando que pouquíssimas pessoas chegaram onde realmente queriam. Em algum momento escolhemos quem queremos ser e as pessoas que atingem o sucesso normalmente são as que escolheram acreditar no que querem. O empresário João Paulo Lemman disse, certa vez, que "prefere ser otimista, pois não conhece muitos pessimistas bem sucedidos". Ou seja, se o pensamento positivo não dá ao indivíduo a absoluta certeza do sucesso, o pensando negativo traz a certeza do fracasso. E há quem consiga se policiar diante de tanta coisa ruim que vemos por aí, para ser positivo sozinho? Claro que sim, mas se este não é o seu caso, uma palestrinha ou um bom livro certamente poderão dar uma força. 

Além disso, num mundo globalizado como o de hoje, onde há internet em todos os lugares, há cada vez menos facilidade de guardar os segredos empresariais... não são mais eles e nem as técnicas de produção ou administração que diferenciam as corporações. Na área de vendas, principalmente, é muito difícil tornarmos a nossa empresa melhor do que a outra através de técnicas ou estratégias, pois em pouquíssimo tempo a concorrência descobrirá suas bases e a copiará, melhorando-a, inclusive... Porém, o que a concorrência certamente não copia é o sentimento, o espírito e a emoção que é única de cada gestor. Essa motivação e o desejo de trabalhar naquela marca, de carregar aquele distintivo, isso você incute no coração do seu colaborador de forma com que ele se apaixone e se beneficie disso junto com você. Numa outra citação, agora do consultor e escritor mineiro Fernando Dolabela, "se você quer ajudar alguém a empreender, diga a ele para se emocionar".

Num artigo anterior eu disse que o sucesso é baseado em 3 pilares: Motivação, técnica e calma. Assim como existem palestras, cursos e workshops motivacionais disponíveis no mercado, há as escolas de negócios que ensinam técnicas administrativas, incluindo fluxo de caixa. Decida qual a maior carência que você tem neste momento, pois bizarrice mesmo é não ter gás suficiente pra enfrentar as dificuldades, quando elas surgirem.