terça-feira, 7 de novembro de 2017

Você sabe o que é Catastrofismo?


Normalmente classificamos as pessoas como otimistas ou pessimistas, como se fosse simplesmente uma questão cultural de cada um. Mas a psicologia traz muito mais sobre este comportamento e explica porque há tanto “herói cansado” por aí vivendo em intensa ansiedade, querendo coisas boas, mas prevendo coisas ruins. Concluem que, por mais que se esforcem intensamente, a “coisa não vai pra frente”. Se este é seu caso, acalme-se, pois boa parte disso tudo é fake.

Vamos explicar tecnicamente o que realmente acontece: o mundo de hoje é uma competição sem fim, todos precisamos cuidar dos nossos resultados sempre com o olho no que está fazendo o nosso concorrente. Esse clima de constante risco nos faz sobrecarregar, diminuindo as horas de sono e consequentemente a sua qualidade. A falta do sono reparador (muito comum em pessoas que lidam com grandes responsabilidades) faz com que o cérebro não produza ou reponha os neurotransmissores necessários para nosso bem estar.


Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios com o objetivo de carregar informações de uma célula para a outra e, falando simplificadamente, responsáveis pelas nossas sensações, em especial, as de felicidade. Um desses neurotransmissores se chama Seratonina e na falta dela, a gente interrompe o processo e fica adepto a “Lei de Murphy”, visualizando tudo que pode dar errado como algo iminente. Este é o catastrofismo, um momento da sua vida em que você tem tudo pra dar certo, mas só consegue pensar no que pode dar errado.

Nesta fase, o indivíduo passa a sofrer com sintomas físicos, também conhecidos como “doenças psicossomáticas”. Dores de cabeça, de estômago, náuseas, descontrole do intestino são os sintomas mais frequentes. Como isso não derruba os guerreiros, vem as síndromes de ansiedade, pânico e, por fim, a depressão. Porém, antes que realmente aconteça é fundamental tomarmos consciência e mudarmos.

Há casos em que a simples “caída de ficha” já é suficiente para a virada, mas se não funcionar contigo, não hesite em procurar ajuda. Uma boa terapia ou orientação médica resolve em 100% dos casos, seja através da mudança de comportamento ou de medicamentos temporários e totalmente inofensivos, permitindo o sujeito retomar sua vida normal e sua verdadeira capacidade e competência.


Antes que você pense em abandonar carreira, empresa ou profissão, saiba que isso não vai resolver, pois deprimido você não terá confiança nem mesmo pra vender coco na praia. Tome coragem e vitamine-se, trate o que está te matando e, principalmente, durma. E durma tranquilo, pois as catástrofes previstas são todas fake!

sábado, 21 de outubro de 2017

Geração “X”, o Retorno!


Sou nascido em 1972 e tive meu primeiro emprego aos 13 anos. A minha geração desbravou o mercado de trabalho da época, vivendo uma série de mudanças. Vou escrever um pouco sobre isso... prometo que vai ser legal:

Nós, os “X”, vivemos o desemprego dos anos 80, a informalidade e as promessas dos anos 90, vivemos a instabilidade econômica e a inflação de quase 100% ao mês. Vivemos o Over Night e a URV. Aprendemos a trabalhar com máquinas de escrever e de um dia para o outro tivemos que aprender a usar os computadores. Aqueles com monitores enormes que exigiam muito espaço físico. Mobilidade zero... não tinha essa de “fechar a tela e levar o trabalho pra terminar em casa”. Nós descobrimos que precisávamos de ferramentas mais práticas e elas vieram. Então apresentamos essas ferramentas aos nossos filhos, já lá no jardim da infância.

Foi aí que o monstro começou a engolir seus criadores. A geração “Y” chegou no meio da revolução, não precisou quebrar nenhum paradigma, afinal era jovem e ainda não tinha construído nenhum. Mas eles sentaram na janelinha e se lançaram a dar aulas de como se viver uma vida moderna e independente. Algo do tipo: “me dá a empresa aí que eu vou cuidar”. E nós, os “X”, começamos a nos sentir velhos e ultrapassados, pois a economia estava bombando e esses caras surfavam na crista da onda. Eles não tinham nenhuma dúvida de nada, sabiam tudo, não precisavam de experiências anteriores, pois elas estavam disponíveis no Google e, a única experiência que lhes interessava era a de viver em novos lugares todos os dias... o pleno emprego do início da década proporcionou isso.

Enquanto a minha geração foi sendo dizimada do mercado formal e forçada a se virar e “desenvolver” todo o seu talento empreendedor nos food trucks, os mais jovens desenvolviam este talento nas startups. Só que, sem saber, eles, os mais jovens guardavam um “calcanhar de Aquiles”. Eles não tinham vivido nenhuma crise e não sabiam como era uma. O Google contava sobre a crise com uma certa soberba, dando a entender que os “titios” sofreram por não terem sabido lidar com aquilo... “eles não tinham informações suficientes”, pensavam eles sobre nós.

E foi bem aí que a nova Crise veio. Era a Crise2.0 do novo milênio, banhada a teorias da conspiração via redes sociais. Todo mundo lia algo no facebook e saia repetindo aquilo com todas as suas forças pela web. Alguns dizendo que crise somente seria um problema para os ricos, outros afirmando que seria um problema geral. Muitas empresas quebraram e outras encolheram para não quebrar. A geração “Y” entrou em depressão por não conseguir lidar com a escassez e a geração “X” viu, finalmente uma oportunidade de voltar a ativa, ainda que fosse para os consolar.

Agora estão trazendo de volta os velhos comandantes. Aqueles generais do passado estão sendo tirados de suas aposentadorias para serem consultores. Eles também mudaram e aprenderam muito... estão mais humanos e menos mandões, aprenderam certas gentilezas e perceberam que não se ganha nada mais no grito. Por sua vez, as grandes corporações entenderam que, para dirigir o Boeing (como disse o Merluzzi), precisa ter experiência. A geração “Y” aceitou isso e entendeu que pode fazer uma bela dobradinha com os “velhinhos” onde todos podem ter vantagens.

Resultado: bom para todos. Só que o mercado ainda está parado. Portanto, não podemos perder tempo discutindo o sexo dos anjos. Vamos em frente, pois temos um Boeing pra recolocar no ar. E tem que ser rápido, pois tá chegando uma molecada nova a idade adulta e eles são hoje os nossos passageiros. Precisamos cuidar da segurança e do conforto deles, exatamente nesta ordem de prioridade.

Aguinaldo Oliveira (aguinaldocps)
Coach, Empresário e Apresentador de TV.
Canal Café Corporativo

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Receita, Lucro e Prejuízo: onde devo ter atenção?


Nesta semana, Aguinaldo responde a perguntas dos seguidores do Blog. Não perca, pois as dúvidas deles podem ser parecidas com as suas.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Mandar tudo para o Beleléu...


Quem nunca teve vontade de mandar tudo para o "beleléu"???
Você já teve os seus 5 minutos de explosão?
Então agora assista a este vídeo.

terça-feira, 28 de março de 2017

Trabalhe bem, mesmo que não seja no emprego dos seus sonhos


Tenho ouvido alguns relatos de pessoas que não conseguem se recolocar, profissionalmente, nem na sua profissão escolhida e nem em outra. 

Se você conhece alguém que vive esta dificuldade, apresente este video.

sábado, 25 de março de 2017

sexta-feira, 17 de março de 2017

Paradigmas do Empresário Ultrapassado


Envie este video para algum amigo que poderia ser mais... aberto. Paradigmas corporativos, historicamente, patrocinam o retrocesso. Confira!

quinta-feira, 16 de março de 2017

Dificuldade com Idiomas


Se você tem dificuldades com algum idioma, ouça esta dica de um especialista. Quebre este paradigma e dê uma chance ao seu ouvido!

segunda-feira, 13 de março de 2017

sexta-feira, 3 de março de 2017

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017