terça-feira, 19 de junho de 2018

Na era dos aplicativos de tradução, eu preciso mesmo aprender inglês?



Essa é a pergunta do momento. Afinal, já que o smartphone é o “canivete suíço” da nova geração e serve pra tudo (dependendo da capinha que você usar, servirá até mesmo para abrir garrafa), não seria dispensável este esforço? Com um aparelho desses, nada te impede de usar o Google tradutor na palma da sua mão ou instalar um dos inúmeros aplicativos de identificador de voz, que a transformam em dados e novamente em voz, porém já em outro idioma. Em resumo, o que eu quero dizer é que seu celular pode ser uma espécie de intérprete ou tradutor simultâneo.

Dito isso, porém, para responder à pergunta que fizemos no título deste artigo, é preciso avaliar algumas circunstâncias:

1 – ) se você não se incomodar em ter que usar um celular todas as vezes que quiser conversar com alguém que não fale seu idioma, então não precisa saber inglês.

2 – ) se não tiver nenhum problema o fato de se comunicar apenas usando um intérprete robô pelo resto da sua vida, então não precisa saber inglês.

3 – ) se não tiver nenhum constrangimento dos seus interlocutores que falam inglês por utilizarem um aplicativo diante da sua inabilidade, então não precisa saber inglês.

4 – ) se nas reuniões ou viagens em que você for convidado ou convocado a participar, não pegar mal o fato de não compreender ou se fazer compreender por sí mesmo, então não precisa saber inglês.

5 – ) se não te constranger o fato de ter que consultar o celular a todo momento que quiser ler uma placa informativa, então não precisa saber inglês.

Se todas as suas respostas convergem em não precisar, basta pensar que a sua vida profissional em contato seria tão tranquila quanto assistir a um filme dublado com cerca de 10 ou 15 segundos de delay. Ou que seu poder de receber informação visualmente dependeria apenas de uma operação de scanner ou digitação no celular. Se essas reflexões permanecem sendo suaves e sem prever nenhum incômodo, deixe qualquer curso ou intercambio pra lá.

Caso contrário, se você ficou incomodado com qualquer dos questionamentos que fiz, então sugiro buscar uma forma mais eficiente de falar o idioma universal da forma mais breve possível.

Alias, inicie hoje mesmo um curso bom, moderno, rápido e sério! Na verdade, é o que eu real e seguramente recomendo a você… Eu e 100% dos investidores (ou empregadores) de mercado global e que poderiam te dar alguma oportunidade de crescimento em algum momento de sua vida.

Obs: Caso queira refletir mais sobre isso, vá ao Café Corporativo #27 no YouTube, quando falamos sobre o assunto.

terça-feira, 12 de junho de 2018

O outro lado da folha


Uma vez ouvi alguém dizer que uma folha de papel, por mais fina que seja, sempre tem dois lados. Isso foi dito para mostrar que sempre há mais de mais versão para os fatos ou mesmo mais de um ponto de vista para o que é certo e o que é errado.

Lembro-me de uma vez quando ouvi um profissional experiente de minha empresa aconselhando outro mais jovem a se afastar de determinada pessoa, dizendo:

– Aquela pessoa não é honesta, não se misture com ela…

A resposta do novato veio imediatamente e sem titubear:

– Ela pode não ser honesta para você, mas nunca tratou mal… sempre me respeitou.

O mais velho pensou, olhou e perguntou:

– Para você, o que é respeito?

Encabulado, o jovem respondeu sem muita certeza:

– Ah, sei lá, é quando a pessoa te trata bem, é educada… não sei dizer ao certo.

Já prevendo que a resposta seria essa, o experiente expôs o seu ponto de vista:

– A minha concepção de respeito não é o tratamento com simpatia, mas sim com justiça. Uma pessoa que te respeita não mente para você, não te engana, não te passa pra trás. A meu ver, me respeita muito mais alguém que se esquece de pedir por favor mas faz o que prometeu fazer, do que aquele outro muito amável, mas que eu não posso contar com sua palavra.

As pessoas têm concepções diferentes do que é RESPEITO, EDUCAÇÃO, ALEGRIA, FELICIDADE, SORTE, AMOR, SUCESSO, etc. O que pretendo expor com esse breve artigo é que a definição do “bom ou ruim” se dá a partir do ponto de vista de cada um. Pensando assim, é natural que tomemos nossas posições, em especial no mundo corporativo. Mas, para não corrermos o risco de sermos injustos, precisamos entender que há outras formas de se ver a vida.

Se uma folha de papel tem dois lados, precisamos sempre nos manter preparados para olhar um pouquinho pelo lado do outro

domingo, 10 de junho de 2018

E agora? Como vem a Geração Z?



Seguindo o próprio alfabeto, depois das gerações X e Y, chega ao mercado de trabalho a nova turma, nascida a partir do ano 2000. São chamados de Geração Z e ainda são considerados uma incógnita, uma vez que ainda não houve tempo para analisá-los. Mas já dá pra se ter uma ideia diante do comportamento dos temporões, que na faixa dos “vinte e poucos” já agem diferente dos outros da mesma idade.


Sabemos que são instantâneos, hiper dependentes de seus smartphones, veem o avanço da tecnologia como algo tão normal quanto é normal a passagem das estações do ano e, principalmente, chegam com competências que seus antecessores se desdobraram muito para ter, como a facilidade com idiomas e de criar animação.

Como todos os jovens de todas as épocas, chegam entendendo que o que está instalado não serve, são a favor de mudanças e dão valor enorme a liberdade. Querem fazer coisas que antes eram proibidas e veem com naturalidade as rupturas que a geração anterior conquistou. Enquanto os seus pais estão preocupados com o que “as crianças” irão pensar ao verem o beijo gay na novela, eles se chocam mesmo é com as imagens da guerra na Síria. Começam a procurar seus empregos em um momento de forte crise e vivem a polarização política, onde seus pais são esquerda ou direita, democratas ou republicanos, contra ou a favor da prisão do Lula, simpatizantes ou críticos da história e do glamour europeu e, com isso tudo, entendem que precisam escolher um lado. Para eles não tem meio termo, tem um lado.

Os costumes comerciais mudaram: a Geração Z praticamente só compra pela internet, vai ao shopping só para passear, não liga tanto para as grifes, para os carros importados e o status para o qual realmente dá valor é a popularidade, medida pelo número de seguidores nas suas redes sociais. Ter um canal bombando no YouTube é tão relevante quanto era ser o capitão do time da escola para as gerações passadas. Eles não assistem os canais da TV aberta e, falando em YouTube, alguns ganham dinheiro com isso, fato que aliado a uma crise mundial, deve fazer o comportamento dessa garotada tender para o empreendedorismo, aceitando mais o risco, mas sendo menos paciente para aguardar os resultados.

No quesito “extroversão”, há um fator que pode polarizar, afinal eles preferem mil vezes “zapear” do que falar ao telefone, transmitem suas emoções através dos emoji e, com isso, a tendência é que se fabrique pessoas muito comunicativas por trás dos teclados e das câmeras, mas com uma enorme dificuldade para olhar no olho e dizer: “eu te amo”, o que seria realmente uma pena.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Millenials: de donos do mundo a pobres e mimados.



Me lembro que em 2010 eu comecei a estudar as gerações. Não era possível que aquilo que eu fazia há quase duas décadas não dava mais certo. Eu não conseguia mais trazer pessoas para minha equipe e quando conseguia, não as mantinha por muito tempo. Não demorou muito para eu procurar cursos, seminários, livros e palestras sobre o assunto.

Descobri que o comportamento havia mudado, fosse pela evolução tecnológica ou pelas oportunidades de escolha, mas a geração Y não se motivava mais com os mesmos estímulos que a sua antecessora e as empresas precisavam se adaptar a isso muito rapidamente, antes que essas fizessem parte de uma geração envelhecida. Os novos profissionais eram dinâmicos, desapegados, queriam aprender, viajar e conhecer novas culturas. Ficavam pouco tempo em cada empresa, mas traziam novas informações a cada troca de trabalho… ou seja, estavam abertos a aprender e dispostos a ensinar o que tinham aprendido antes. Eles estavam na moda… só não contavam com uma coisa: a crise. Eles nunca tinham vivido uma.

Em 2010 eles tinham em média 25 anos e começaram no mercado de trabalho já com a economia estabilizada pelo Plano Real. Não sabiam o que era desemprego e pediam demissão sem pensar duas vezes, afinal emprego “dava em árvore” e eles conseguiriam outro antes que o seguro acabasse…
Mas a crise chegou e o trem saiu do percurso. Os “millenials” se depararam com alguém chamado “mundo”, que não se preocupava com suas emoções. Não dava mais pra “resetar” aquele vídeo-game e se perdessem o jogo, não teriam “outra vida” ou próxima fase. Então eles foram obrigado a viver uma transição e durante esse período foram chamados de “mimados” pelos patrões.

Enfim, tempos fáceis criam pessoas fracas, pessoas fracas criam tempos difíceis e tempos difíceis criam pessoas fortes. Finalmente chegamos neste terceiro estágio e os jovens da Geração Y, depois de terem vivido os tais tempos difíceis, já se fortaleceram. Estão preparados para criarem tempos fáceis. E o que é melhor: vão ter histórias para contar para seus filhos e netos de como eles ajudaram a reverter uma das maiores crises que o país já viveu.

Parabéns antecipado, meus jovens!!! Eu acredito em vocês… mas quando acertarem a mão, não parem, pois os tempos fáceis vão voltar e eles geram pessoas que vocês não querem mais ser.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A vida é feita de poucas certezas e muito dar-se um jeito


Guimarães Rosa, a meu ver, foi o mais célebre escritor brasileiro. Mas lembro que não suportava a ideia de ter que ler “Grande Sertão Veredas” para o vestibular (que nunca fiz). Mais tarde porém, percebi que ele enxergava o mundo com uma simplicidade ímpar e virei seu fã.

Uma das afirmações marcantes do autor é que “a vida é um ato de rasgar-se e remendar-se”, o que traduz todas as nossas intérpretes. Ele vai mais longe e diz que “tudo o que muda a vida vem quieto no escuro, sem preparos de avisar”. São as oportunidades que surgem todos os dias e que, em alguns casos, temos medo de aproveitar.

Nosso dia a dia é cheio de procuras, de metas, desejos, algumas histórias de sucesso e também algumas frustrações. Há momentos em que pensamos em desistir daquilo que sempre buscamos e no meio dessa quase desistência, encontramos a felicidade. Aliás, Guimarães também escreveu que “felicidade se acha é em horinhas de descuido”, talvez porque costumeiramente não encontramos aquilo que estamos procurando. Mas é nesse momento que encontramos outras coisas, que já procuramos um dia. Lamentável é que nem sempre damos valor aos nossos achados.

Às vezes comemos carne num dia em que queríamos comer massa e a massa geralmente está disponível quando queremos comer carne, até que conquistamos uma situação onde podemos escolher. O que quero dizer é que a vida sempre dá o que a gente pede, mas no tempo e do jeito dela. Por outro lado, nós humanos somos muito imediatistas (e também instáveis) e mudamos demais os nossos quereres, o que faz com que o presente da vida chegue quando já não se espera mais.

“A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem…” Guimarães Rosa escreveu a frase anterior, mas escreveu também que “o rio não quer chegar, mas ficar largo e profundo”. Portanto, mais importante do que chegar exatamente aonde você queria é saber quanto verdadeiramente você irá aprender nesse trajeto…




domingo, 8 de abril de 2018

Fofocas, Verdades e Mentiras...


A relatividade entre uma verdade ou uma mentira pode ser entendida no enigma do Pinóquio:

Ele diz, repetidamente: “Meu nariz está crescendo.”

Como é mentira, o seu nariz cresce. Então, como virou uma verdade, para de crescer. Como se tornou uma mentira, volta a crescer…

Isso representa as diversas interpretações que cada um dá as histórias que ouve. Inevitavelmente isso acontece todos os dias em nossas famílias, empregos, relacionamentos e amizades.

Nem sempre é de caso pensado, mas por instinto ou senso de defesa, pois o lado emocional distorce a história para se encaixar na outra que ele contou ou ouviu antes e conforme o envolvimento emocional que tem com as partes.

Mas há também os estrategistas, que montam a narrativa de forma que ela faça sentido, assim como os que deduzem e definem seus julgamentos baseados nessas deduções. Independentemente da categoria que o mentiroso entra, a mentira é sempre negativa e destrutiva.

Mas a verdade seca também machuca e pode destruir. Dizer claramente a alguém que ela é feia pode destruir mais que um elogio amarelo. Dizer que não gosta de, ou não confia em alguém (ainda que seja a mais pura verdade) gera, em quem ouve, sentimentos de empatia, defesa, constrangimento ou ódio contra ou a favor de qualquer uma das duas partes. Essa verdade dita em hora errada pode desencadear uma série de reações e terminar com muitos machucados.

Embora haja sempre a parte que comemore o desfecho, em situações como estas, aquela conhecida frase de Dilma Housseff se encaixa perfeitamente: “Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem vai ganhar nem vai perder. Vai todo mundo perder.”

Célebre, essa frase!

Postado originalmente por Aguinaldo Oliveira em Portal Novo Dia.

O ambiente faz a pessoa ou as pessoas fazem o ambiente?


Minha rotina de trabalho me faz visitar empresas, incluindo as grandes multinacionais. É comum, ao chegar nessas visitas, receber um resumo do código de ética ou uma série de normas de segurança que o visitante precisa seguir. Em algumas delas mais radicais, somente podemos permanecer dentro de suas instalações acompanhados por um colaborador que garanta a nossa conduta, mesmo no simples trajeto entre portaria e recepção. Tudo em nome de uma política do bem-estar.

Engraçado é que dentro da empresa, todos cumprem as regras. O motorista respeita a preferência do pedestre na faixa de segurança, para dentro da vaga, não invade estacionamentos especiais, não passa do limite de 20 Km/h, dirige usando o cinto de segurança e mantém as duas mãos no volante. Lá o cidadão é gentil com todos, não fuma em ambientes que não tem autorização, não olha maliciosamente (no sentido sexual) para os colegas (embora o faça disfarçadamente), não fura a fila do refeitório e, em alguns casos, não usa seu celular pessoal nem pra ver WhatsApp.

Então, o expediente termina e essa mesma pessoa sai sorridente, lentamente em seu possante e vagaroso carro, acenando aos colegas de profissão. Passa pela portaria e, ao virar a esquina, se transforma, acelerando, cortando as preferenciais, forçando ultrapassagens e estacionando em cima da calçada sob a justificativa que “não tinha outra vaga” ou que “era rapidinho”. Fora da empresa ele xinga a atendente da padaria, recebe troco a mais e fica quieto, joga as bituquinhas de cigarro na sarjeta e fura seus compromissos marcados com a direção da escola das crianças. Há um episódio em desenho animado do Pateta lá dos anos 50 que conta exatamente isso procurem no YouTube.

Certa vez o porteiro de uma empresa alemã, ao me cadastrar pela primeira vez como visitante, me deu a seguinte orientação: “aja como se estivesse na Alemanha”. Antes de me preocupar por não saber falar alemão, minha ficha caiu e eu entendi que não é só dentro das grandes empresas que as pessoas tem cidadania, mas em todos os ambientes onde entendem que se requer isso. Por este motivo que quando viajam, ficam “pianinho”, mas na volta, basta por o pé no aeroporto pra se sentirem em casa de novo e pensarem dar um jeito de burlar a Alfandega.

Fica apenas a reflexão para sabermos se é o ambiente que determina o comportamento de uma pessoa ou se é um grupo de pessoas que faz o ambiente. E a resposta certa pode ser qualquer uma das duas, afinal, é assim que se formam as tradições. Lembrando ainda que toda mudança de tradição dá trabalho nem sempre acontece de um dia para o outro.

Dentro das empresas, as pessoas não gritam, respeitam regras e horários, seguem normas e entendem que isso é bom para o coletivo. Fora dela, quando vão a algum lugar onde tem autoridade, aí surgem com as manias de grandeza e abusam das “carteiradas”. Enfim, dentro da multinacional, vivemos como se estivéssemos em território gringo. Lá é o mundo perfeito e fora… fora é o Brasil.

Postado originalmente por Aguinaldo Oliveira, em Portal Novo Dia


domingo, 1 de abril de 2018

De fofoca de janela à "fake news" em 10 anos.

Que o mundo mudou, não é mais novidade. Se os computadores e a internet fizeram as pessoas transformarem seus comportamentos, os smartphones fizeram mudar mais ainda os comportamentos já mudados. E tudo isso se iniciou neste milênio…

Que as pessoas não conversam mais entre elas, mas, sim, via aplicativos de mensagens já não é nenhuma novidade, certo? Porém, a ótica de cada um de nós sempre revela alguma coisa a mais e neste final de semana eu ouvia a banda Creedence Clearwater Revival cantando “I Heard It Through The Grapevine”, uma música muito charmosa que conta a história de um garoto que soube por outros que seria deixado pela namorada. O título da música lembra a cena de alguém ouvindo por trás de um vinhedo, expressão esta que no sul dos EUA quer dizer “ouvir um boato”.

Com isso lembrei que uma coisa não mudou: a existência da fofoca. Mudou apenas a modalidade dela. Em vez de fofocas feitas por trás dos vinhedos ou debruçando-se nas janelas, agora elas acontecem online e tem uma repercussão muito, mas muito maior. A diferença é que antes um boato se espalhava com menos velocidade e as pessoas não tinham meios para confirma-los ou desmenti-los. Hoje, embora tenham estes meios, não o usam, pois espalhar boatos é mais divertido ou mais participativo do que ficar de boca fechada. É a sociedade da “inclusão”.

Porém uma coisa é fato: as mesmas pessoas que, no século IXX espalhavam boatos boca a boca, sem confirmá-los, são as que os espalham hoje pelo WhatsApp ou Facebook e isso tem muito mais a ver com a geração acostumada a acreditar em tudo, contra uma outra geração que aprendeu a perguntar para o Google. É claro que há excessões, mas prestem atenção que é justamente nos grupos de WhatsApp onde se encontram mais “cinquentões” que se disseminam a maioria das “fake news”. Não por serem menos éticos, mas simplesmente por inocência e não terem o hábito de pesquisar para replicar.

Se você tem mais de 50 anos vai se zangar comigo. Contudo já me defendo dizendo que adoro os mais veteranos e tenho profundo respeito por eles, mas estou constatando um comportamento de uma geração e não os condenando por isso. Se você ficou bravo, então avalie seu comportamento. A partir daí, se condene ou se absolva.

Encerrando, faço o pedido a você que está lendo este artigo: NÃO ESPALHE NOTÍCIAS SENSACIONALISTAS, principalmente porque a maioria delas não são 100% verdadeiras. Não adianta nada ganhar uma discussão se seus argumentos não se concretizarem pelos fatos. Nem mesmo queira que seu candidato ou partido ganhe uma eleição baseado em mentiras, pois se você não compactua com o político desonesto e critica a Rede Globo pela sua imparcialidade, não deveria cometer a mesma atitude que julga ser ilícita. Neste ponto, copie a geração conectada e na dúvida use a mesma internet que fez uma notícia chegar até você para pesquisar se ela é verdadeira ou não. Se não sabe pesquisar, aprenda assim como já aprendeu a usar as redes sociais. Rejuvenesça-se, pois a vida pede mais de você do que ser um simples replicador da vontade dos outros.

Postado originalmente por Aguinaldo Oliveira em Portal Novo Dia.